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sábado, 28 de julho de 2012

COMO RESISTIR AOS DOCES





Tá aí uma das perguntas que gostaríamos que existisse uma resposta mágica. Mas, sinto informar, não existe. E outra, não pense que não será sofrido, é por isso que a palavra "resistir" está na frase. Resistência nunca é fácil.
Estou falando sobre isso porque, depois do post que contei sobre o retorno com a nutri, tive uma surpresa: engordei! Mas pra isso sim existe fórmula, é a seguinte: afrouxar as rédeas + TPM + doces = gordura estocada. E foi exatamente isso que aconteceu, emocionada com o resultado, achando que podia me "recompensar", me soltei um pouco, comi umas coisas que tava com vontade e a balança (sempre ela!) foi implacável! Um quilo a mais para me mostrar quem é que manda.
Depois disso instaurei um UFC Combate aqui em casa. No ringue: Eu X Comida. A partir de então, decidi mostrar quem realmente é que manda nesta *@#$#*. O resultado do UFC até agora: um quilo a menos! Então, no mínimo o que ganhei já se foi. Vamos para o segundo round!
A partir dessa situação trágica e cômica, aprendi que a disciplina realmente precisa comandar tudo em nossa vida, se não tivermos disciplina nada vai funcionar, nem o mais simples programa de perda de gordura. Outra coisa que aprendi é que o açúcar e o carboidrato simples criam o círculo vicioso. Você já percebeu que depois que come algo assim sempre te dá vontade de comer mais? E se você sentiu o sabor açucarado no paladar, no dia seguinte sua dieta fica mais sem graça ainda e você quer "um pedacinho mais de chocolate"? Pois é, além de descobrir isso na pele, fiz algumas leituras e cheguei a triste conclusão de que é isso mesmo. Vamos explicar por quê: o açúcar aumenta os níveis de hormônios como a dopamina e a serotonina, o que causa uma momentânea sensação de bem estar, mas com a liberação da insulina, esse estado de excitação passa e a pessoa sente vontade de comer ainda mais açúcar. Isso já aconteceu com você?
A questão é que: pode ser difícil, mas é possível viver com o mínimo ou até nenhum tipo de açúcar refinado. É possível mudar os hábitos e aprender a dizer não com tranquilidade para essas coisas, mas só é possível se a gente parar de pensar em dieta como uma fase. Só é possível se realmente quisermos mudar nosso estilo de vida. Só é possível se pararmos de pensar em comida, em doces influenciados pela emoção, tratando-os como "recompensa".
Outra coisa que aprendi com isso tudo: Não sou cachorro para ser recompensado com comida! #ficaadica.


Um beijo grande.


Vamos em frente com: Determinação, foco, paciência!


Lane

domingo, 22 de julho de 2012

7 maneiras de amenizar os sintomas da TPM


Nunca foi tão fácil driblar os efeitos da tensão pré-menstrual




1. Aroma anti-TPM 


Se você sofre com a tensão pré-menstrual, que tal experimentar um método alternativo para combater os sintomas? O óleo essencial de gerânio atua como regulador hormonal, o que favorece o equilíbrio emocional, e estimula o sistema linfático, diminuindo o inchaço. Para potencializar o efeito, você pode misturá-lo ao seu hidratante ou óleo de amêndoas e massagear pernas, braços, costas e barriga com a misturinha. Um estudo da universidade de Eulki, na Coreia do Sul, comprovou que essa massagem ameniza a tristeza e o desconforto físico, características da oscilação hormonal. Outra alternativa é adicionar duas gotas do óleo essencial de gerânio em 1 litro de água morna e jogar no corpo depois do banho ou fazer um escalda-pés por 15 minutos. O óleo pode ser encontrado em lojas de produtos naturais. 

2. Malhação combate cólica 

Ninguém pode negar que grande parte da culpa pela oscilação de humor durante a TPM é dos hormônios. No entanto, é verdade também que uma cólica forte pode acabar com o alto astral de qualquer uma. Boa notícia: a atividade física é uma ótima aliada para quem quer combater a cólica sem recorrer aos remédios. "Exercícios físicos liberam endorfinas, que têm ação analgésica, e ativam a circulação, tirando o foco do útero e ovários. Além disso, mulheres que malham têm fluxo menstrual menor do que as sedentárias, por isso, menos risco de ter cólica", explica o ginecologista Aléssio Calil Mathias, de São Paulo. Se você não quiser saber de movimentos pesados, faça atividades mais relaxantes, como ioga, alongamento ou caminhada. 


3. Driblando o mau humor 

Durante a TPM, você pode ficar mais carente, irritada e triste, pois a fase intensifica esse tipo de características. Você também pode se sentir mais afetiva e maternal, com disposição para ouvir e entender. Mas também precisará de colo e atenção, por isso, avise o marido que você prefere assistir a um filminho no sofá, com direito a cafuné, do que uma noite quente de sexo. Sua produtividade também não estará a mil, portanto, se puder, é melhor fugir dos grandes projetos. Por fim, os pequenos problemas podem se transformar em grandes tragédias. Então, antes de explodir com alguém, pergunte-se se a reação é necessária. 



4. Adote novos hábitos 

Não é novidade que adotar novos hábitos pode melhorar - e muito - sua qualidade de vida. No entanto, isso vale também para amenizar os sintomas da TPM. Quem trabalha mais de dez horas por dia, se alimenta apenas de sanduíche e não faz atividade física tende a perceber os sintomas de modo acentuado. Então, que tal fazer um balanço dos seus hábitos para descobrir o que pode estar fora do lugar? Uma vida mais tranquila e saudável pode ajudar você a driblar os efeitos da TPM! 



5. Ioga para TPM 

Nós já sabemos que as atividades físicas podem ajudar a driblar os sintomas da tensão pré-menstrual. Mas sabia que existe um movimento específico que é perfeito para amenizar os efeitos da TPM? A postura promete aliviar a cólica e até mesmo o stress. 


6. Chi Kung para aliviar a dor 

A técnica do Chi Kung também pode ajudar você a combater os sintomas da TPM. 


7. Alimentos que controlam a TPM 

Conseguir alívio para esses sintomas pode ser mais fácil do que se imagina. "Quase todos os sintomas da TPM têm alguma relação com nutrientes da nossa alimentação, que podem estar sendo consumidos em excesso ou escassez. Bastam alguns ajustes para que os benefícios apareçam, priorizando a ingestão de alguns e evitando a de outros", explica a nutricionista Tatiana Ogheri, pós-graduada em em Nutrição em Atividade Física pela UERJ. 

Segundo a nutricionista, nervosismo, irritabilidade, depressão e crises de choro comuns nesse período são causados pelas baixas de cálcio e vitamina B6 no organismo, geralmente dez dias antes da menstruação. Ao invés de gastar fortunas com medicamentos, o melhor mesmo é optar por alimentos simples e de fácil acesso. O cálcio é comum no leite, iogurte, queijo, sorvete, devendo-se preferir as versões desnatadas e menos gordurosas. Salmão, vegetais verdes folhosos e tofu também são ricos nesses nutrientes. 

Já carnes, grãos integrais, banana, batata, lentilha e levedo de cerveja são fontes naturais de vitamina B6. Não só no chocolate, o magnésio pode ser encontrado em vegetais verdes, abacaxi, manga e milho. "Além desses, os alimentos ricos em fibras, como as frutas, legumes e verduras em geral, podem auxiliar na eliminação das fezes e do estrogênio (hormônio responsável pelo aparecimento da TPM) junto com elas", ensina Tatiana Ogheri. 

Bateu uma vontade irresistível de comer chocolate? Não estranhe. O causador disso é a ausência de magnésio nas células. Além de atrapalhar o equilíbrio, a queda dessa substância também prejudica a absorção de cálcio. Como o cacau é relativamente rico nesse nutriente, o organismo pede o doce, numa tentativa de reverter o quadro. Mas atenção: chocolate não é indicado como remédio e deve ser consumido moderadamente porque, por ser muito gorduroso, pode provocar acne. 

Outros nutrientes indicados são os ácidos graxos essenciais (linoleicos, gamalinoleico e araquidônico) encontrados no óleo de prímula e o ginkgo biloba, cujo extrato é utilizado como suplemento para reduzir inchaços. A ingestão de água, chás de ervas e alimentos diuréticos (como melancia, melão, alcachofra, entre outros) também é altamente recomendável para diminuir sensação de peso e edemas. 

"O ideal é consumir estes alimentos o mês todo, mas se não for possível, iniciar o consumo por volta de 15 a 10 dias antes da menstruação", recomenda Tatiana.